Soldados, marinheiros e policiais: necessidade de um movimento político que salve a Colômbia
Colección de ensayos, artículos académicos y análisis profundos del Coronel Luis Alberto Villamarin Pulido.
Os excelentes logros das Forças Armadas no desenvolvimento da Estratégia de Segurança Democrática, foram manipulados por Santos para enganar a nove milhões de colombianos que, equivocados, acreditaram em seus cantos de sereia, e por Rodrigo Rivera, que inconsciente de sua limitação funcional para liderar, acredita que será o próximo presidente, quer dizer, está em competição política com Santos que está mais imerso em sua potencial re-eleição do que em governar.
Nas últimas três semanas sucedeu uma série de acontecimentos midiáticos derivados do manejo politiqueiro que o governo nacional, e quem acredite nele, e até as Altas Cortes deram aos resultados de operações contra o narco-terrorismo comunista na Colômbia.
Tradução: Graça Salgueiro
Vergonhosa. Assim foi a loquaz apresentação do Ministro da Defesa, Rodrigo Rivera, para responder ante o Congresso da República pela inaceitável e injustificada demora, por parte dos sucessivos governos nacionais desde 1992, data em que por chamativa coincidência assumiram os ineptos ministros da Defesa civis, para pagar aos membros das Forças Militares e da Polícia, o nivelamento salarial e o ajuste dos salários nos graus de Tenente-Coronel para baixo, assim como os ajustes anuais com base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC).
O informe do Instituto de Estudos Estratégicos da Inglaterra acerca dos conteúdos dos computadores de Raúl Reyes, corrobora assuntos medulares de importância capital para a defesa nacional, o entorno geo-político hemisférico e o destino da Colômbia.
Dentro desse contexto saltam aos olhos dez pontos-chaves, todos de suma gravidade e portanto, de urgente solução tais como: inexistência de uma lei concreta e integral de defesa nacional, ausência absoluta de objetivos nacionais, inexistência do Serviço de Mobilização e Controle de Reservas, ausência total de uma estratégia integral de cooperação civil-militar, carência de uma estratégia de guerra psicológica, desconhecimento do Plano Estratégico das FARC, eventual agressão militar do governo chavista, nem os militares entendem de política nem os civis sabem de defesa nacional, a Polícia Nacional é uma roda solta na segurança nacional e dúvidas acerca da contratação e aquisição de equipamento militar.
A condenação a 35 anos de prisão contra o general Jesús Armando Arias Cabrales, comandante das tropas que salvaram a república e a institucionalidade durante as funestas horas do dias 6 e 7 de novembro de 1985, quando uma frente do grupo terrorista M-19 penetrou a sangue e fogo no Palácio da Justiça e assassinou vários reféns a sangue frio, tem fundo político, propagandístico dos comunistas e cínica atitude cúmplice com os terroristas que agora são governadores, ex-ministros, ex-candidatos presidenciais, ex-diplomatas e até ex-assessores de altos funcionários do Estado.