Calarcá assassinou 48 terroristas de Iván Mordisco em Guaviare, graças a um conluio com Petro.
Em entrevista exclusiva concedida em 29 de maio de 2026 ao programa “El Informativo”, da rede internacional NTN24, apresentado por Jefferson Beltrán Neira, foram revelados detalhes explosivos sobre a alarmante crise de ordem pública que assola o sul do país.
O convidado, Tenente-Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido — renomado especialista em geopolítica, estratégia e defesa nacional — apresentou uma tese contundente que abala os alicerces da política colombiana: o recente massacre de 48 combatentes ligados a estruturas de Iván Mordisco em Guaviare, perpetrado pelo braço criminoso conhecido como “Calarcá”, foi possível graças à cumplicidade direta do Presidente Gustavo Petro.
Ao longo da conversa, o Coronel Villamarín detalhou como esse expurgo sangrento é uma resposta a uma guerra declarada entre gangues que lutam com violência pelo controle dos lucros do narcotráfico, da mineração ilegal e da subjugação de uma população civil que sofre há 50 anos com abusos sistemáticos das FARC. Guerra entre gangues e os três massacres em Calarcá e Guaviare: O analista militar explicou que a eliminação de 50 membros das forças de Iván Mordisco em Guaviare não é um incidente isolado.
Este é o terceiro grande massacre que Calarcá ordenou contra as gangues de Mordisco no mesmo departamento. Essa acirrada disputa interna decorre de fatores puramente criminais e financeiros:
Tráfico de drogas: Controle absoluto das rotas de tráfico de cocaína para as fronteiras.
Mineração ilegal: Exploração indiscriminada de depósitos de ouro em áreas protegidas.
Controle social: Subjugação forçada e apoio clandestino a comunidades rurais que vivem sob o jugo do terrorismo há mais de cinco décadas.
Forças militares paralisadas e o veto presidencial a favor de Calarcá: Um dos pontos mais graves denunciados pelo especialista em estratégia militar é a paralisia operacional sofrida pelos órgãos de segurança do Estado.
O Coronel Villamarín enfatizou que as Forças Armadas estão completamente imobilizadas na região por ordem do Poder Executivo, perdendo sua capacidade de ofensiva tática. O convidado foi categórico ao apontar uma realidade institucional preocupante: é óbvio inferir que, se o Exército Nacional obtiver informações precisas sobre a localização do vulgo Calarcá, o próprio Presidente Petro suspenderá imediatamente a operação militar. Retaliação de Petro contra Iván Mordisco por financiamento de campanha: Com as motivações políticas por trás desse cenário expostas, o evidente desejo do Presidente Petro de eliminar Mordisco de cena e sua cumplicidade com as ações de Calarcá decorrem de uma clara vingança e tentativa de minimizar os danos.
Iván Mordisco declarou publicamente ter contribuído com fundos ilícitos para a campanha presidencial de Gustavo Petro. Financiadores de campanha.
O perigo de uma vitória de Cepeda: Caos institucional e o ressurgimento do paramilitarismo. Projetando o futuro político do país para as próximas eleições presidenciais, os alertas emitidos pelo especialista em segurança nacional são sombrios. Caso uma vitória dos setores radicais alinhados ao governo atual, personificados por figuras como o senador Iván Cepeda, se materialize, o país entraria em uma espiral de degradação irreversível.
Prolongamento do caos: Uma vitória de Cepeda prolongaria o caos institucional e o desmantelamento do Estado de Direito iniciado pelo governo Petro.
Ressurgimento paramilitar: Dada a fragilidade institucional, a inação forçada do Exército e o avanço desenfreado das FARC, o ressurgimento de grupos armados civis que operam à margem da lei é altamente provável. Esses criminosos opositores às FARC, que se autodenominam paramilitares ou grupos ilegais de autodefesa, reapareceriam para lutar pelo controle de territórios, um cenário que o coronel descreveu como absolutamente desastroso para a Colômbia.
Fator internacional: Relações com os Estados Unidos à beira do colapso. Por fim, a análise concluiu avaliando a posição da comunidade internacional em relação à crise de governança e ordem pública. O coronel Villamarín alertou que o governo dos Estados Unidos acompanhará de perto o resultado das eleições na Colômbia. Se o modelo de permissividade em relação ao narcotráfico e à conivência com grupos criminosos persistir, as relações diplomáticas, comerciais e de segurança com Washington poderão atingir níveis alarmantes, com consequências diretas devastadoras para a economia, a cooperação militar e a estabilidade geral de todos os colombianos.
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