Incoerência entre o discurso eleitoral de Santos e seu desempenho na presidência
Tradução: Graça Salgueiro
Colección de ensayos, artículos académicos y análisis profundos del Coronel Luis Alberto Villamarin Pulido.
Tradução: Graça Salgueiro
Libros escritos por el coronel Villamarín
Ele transferiu para terceiros a responsabilidade derivada de sua incapacidade. Asseverou que as FARC tinham sim, intenção de se entregar, segundo ele, porque conhecia Tirofijo desde quando o velho terrorista era um moçoilo em Génova Quindío.
Chávez trouxe venezuelanos a Santa Marta para fazer uma manifestação política, abraçou Santos depois de ter ordenado às FARC que o matassem, e se fez de desentendido com a existência das guaridas farianas na Venezuela. Propôs comissões bilaterais, cujo propósito é ganhar tempo, enquanto Teodora e os cúmplices das FARC avançam no projeto paralelo. Em Brasília, Lula disse que o terrorismo não é arma política. Santos e a ministra acreditaram em sua boa-fé. Por sua parte, Correa, mentiroso e cínico, adula e manipula.
Enquanto Santos explora caminhos para recompor as relações diplomáticas e comerciais da Colômbia com a Venezuela, Chávez se associa com as FARC para assassiná-lo.
Soma-se a isso a estupidez coletiva. Nem a academia, nem os analistas internacionais, nem os politólogos, nem os colunistas de opinião, nem os funcionários do governo parecem entender que a hipocrisia de Chávez e seu chanceler Maduro, a má-fé de Lula da Silva, a ambivalência habitual de Correa, a ópera bufa da UNASUL e seus sócios de Colombianos pela Paz, etc., são uma cilada para a Colômbia, com a finalidade de legitimar as FARC, integradas ao Socialismo do Século XXI.