Se Dilma, a candidata de Lula, ganhar no Brasil, ganham as FARC
Colección de ensayos, artículos académicos y análisis profundos del Coronel Luis Alberto Villamarin Pulido.
Libros escritos por el coronel Villamarín
Ele transferiu para terceiros a responsabilidade derivada de sua incapacidade. Asseverou que as FARC tinham sim, intenção de se entregar, segundo ele, porque conhecia Tirofijo desde quando o velho terrorista era um moçoilo em Génova Quindío.
Chávez trouxe venezuelanos a Santa Marta para fazer uma manifestação política, abraçou Santos depois de ter ordenado às FARC que o matassem, e se fez de desentendido com a existência das guaridas farianas na Venezuela. Propôs comissões bilaterais, cujo propósito é ganhar tempo, enquanto Teodora e os cúmplices das FARC avançam no projeto paralelo. Em Brasília, Lula disse que o terrorismo não é arma política. Santos e a ministra acreditaram em sua boa-fé. Por sua parte, Correa, mentiroso e cínico, adula e manipula.
Enquanto Santos explora caminhos para recompor as relações diplomáticas e comerciais da Colômbia com a Venezuela, Chávez se associa com as FARC para assassiná-lo.
Soma-se a isso a estupidez coletiva. Nem a academia, nem os analistas internacionais, nem os politólogos, nem os colunistas de opinião, nem os funcionários do governo parecem entender que a hipocrisia de Chávez e seu chanceler Maduro, a má-fé de Lula da Silva, a ambivalência habitual de Correa, a ópera bufa da UNASUL e seus sócios de Colombianos pela Paz, etc., são uma cilada para a Colômbia, com a finalidade de legitimar as FARC, integradas ao Socialismo do Século XXI.
Nesse sentido, o governo colombiano deve ir com pés de chumbo frente a todos os fúteis pacifistas, propostos de maneira suspeita e simultânea pelas FARC e seus correligionários. Coincidência pontual. Cano diz ante a TV Al Jazzira que quer a paz e que admira os magistrados arqui-inimigos pessoais de Uribe. Lula aponta o mesmo desde o Brasil. Correa fanfarroneia e depois de receber imerecidas honras militares de tropas colombianas, fica “satisfeito” porque recebeu os discos rígidos dos computadores de Reyes, nos quais consta sua militância na esquerda terrorista latino-americana, porém depois põe seus funcionários para gerar dúvidas sobre a autenticidade dos mesmos.
Interessa aos três mandatários que os computadores de Raúl Reyes percam a validade jurídica, para não responder ante a Corte Penal Internacional por apoiar um grupo terrorista. Por isso Chávez “quer a paz” na Colômbia, Lula minimiza a agressão e Correa é hipócrita com Santos.