Quarenta anos depois da morte dos irmãos Vásquez Castaño do ELN em Anorí
Selecionei dois soldados por companhia e coordenei com o “coelho” para que os treinasse durante 15 dias como rastreadores. Como resultado deste adestramento, durante as seguintes perseguições às frentes do ELN em Anorí, nunca perderam o rastro. Prova disso é que cada dia que passava o ELN tinha menos guerrilheiros em Anorí, mas ao contrário do que se pudesse pensar, no sentido de que menos gente é mais difícil rastreá-la, as tropas patrulhavam sem perder o contato, porque os ponteiros das patrulhas estavam treinados e mentalizados para seguir os rastros.